terça-feira, 7 de maio de 2013

Lendas Brasileiras

O post de hoje será sobre lendas urbanas brasileiras, vamos lá?

A Loira do Banheiro
Essa é clássica, quem nunca acreditou nessa?
Essa é, sem dúvida, a lenda mais conhecida da lista. Uma aluna (algumas vezes uma professora) loira e muito bonita que aparece nos banheiros dos colégios assustando os estudantes que matam aula. Algumas versões a retratam como um professora que foi assassinada por alunos revoltados, que não satisfeitos, a torturaram fazendo cortes profundos em sua pele e enfiando algodão nas feridas. Em outras versões ela é uma aluna que morreu no banheiro da escola enquanto matava aula (às vezes devido a um escorregão que terminava com sua cabeça na privado, outras vezes ela morria sufocada com um mau cheiro que saía do ralo, bizarro mesmo!), após sua morte, seu espirito passou a ficar vagando pelos banheiros assustando os alunos que matam aula como ela fazia. Há ainda quem diga que pode-se invocar a Loira do Banheiro dando descarga três vezes, depois chutando o vaso uma vez e por fim virando-se rapidamente para o espelho.
O Homem do Saco
Meu pai sempre dizia que se eu não me comportase o "Velho do Saco" iria me pegar.
Derivada dos mendigos que permeiam todas as cidades, essa lenda é usada pelas mães para assustar os meninos malcriados que saem para brincar sozinhos na rua. De acordo com ela, um velho malvestido, e com um enorme saco de pano nas costas, anda pela cidade levando embora as crianças que fazem “arte”.  Em algumas versões, o velho é retratado realmente como um mendigo, outras ainda o apresentam como um cigano; creio que isso dependa da região do país onde ela é contada. Há ainda versões mais detalhadas (entendam como cruéis) em que o velho (mendigo ou cigano) leva a criança para sua casa e lá faz sabonetes e botões com elas.
A Kombi (ou gangue) do Palhaço
Essa é uma das que mais assusta. Ela foi bem difundida em meados dos anos 90. Grande parte de sua fama deriva do supra citado Notícias Populares, de acordo com ele, uma gangue de palhaços (que às vezes tinham também uma bailarina entre eles) rondava os grandes centros em uma Kombi branca, parando nas praças onde apresentavam seu show; no meio da bagunça eles raptavam as crianças. Seus fins eram dos mais diversos: sequestro, tráfico de órgãos e prostituição são somente algumas das suposições. Uma outra versão ainda diz que não era uma gangue e sim um único palhaço que raptava as crianças com o intuito unicamente de matar, como um serial killer mesmo.
Essa a seguir é uma história que dizem que ocorreu em Porto Alegre, Rio Grande do Sul, tem até um livro eu já li e indico é um excelente livro do David Coimbra e o nome é Canibais, só uma curiosidade eu mora em uma cidade que fica ao lado de Porto Alegre então um dia eu pedi para o meu pai passar de carro na frente da casa que "fabricava linguiças de carne humana" o número da casa não tem mais, simplesmente pula, mas há uma casa sem número que eu acredito que seja essa, mas não há nada de mais, é uma casa normal :D Ai vai a história:
Os crimes da Rua do Arvoredo é um episódio que ocorreu em 1864 na cidade de Porto Alegre, no Rio Grande do Sul.

Um homem chamado José Ramos, que era na verdade um inspetor de polícia de Santa Catarina, teria comprado (ou alugado) uma casa na antiga Rua do Arvoredo (atual Rua Fernando Machado),1 de um sujeito chamado Carlos Klaussner, antigo dono de um açougue que funcionava no mesmo endereço.

Consta que o tal homem gostava de música, frequentava o recém-inaugurado Theatro São Pedro, andava bem vestido, enfim, era, como se dizia na época, um boa-vida. Tempos depois ele conheceu Catarina Palsen, com quem passou a viver, e a praticar os tais crimes. Ao que tudo indica, ela, Catarina, de origem húngara, e de grande beleza, "atraía" as vítimas para a tal casa-açougue, para que fossem mortas por José Ramos, esquartejadas e, com a carne, eram fabricadas linguiças, vendidas no comércio de Porto Alegre, e que tinham, por sinal, muito boa "aceitação". Nesse ponto "inicia-se a lenda", pois os processos criminais a que José Ramos respondeu existem, mas neles não consta que as vítimas eram transformadas em linguiça.

As facas escondidas nos bonecos do Fofão
Ninguém conseguia resistir ao charme das bochechas avantajadas do (aparentemente) inocente alienígena vindo do planeta Fofolândia. Fofão, personagem vivido na telinha por Orival Pessini, fez tanto sucesso ao lado da turma do Balão Mágico, no início da década de 80, que ganhou seu próprio programa na Rede Bandeirantes em 1986. Não muito tempo depois, ganhou também um boneco feito à sua imagem e semelhança, que virou febre entre a criançada – pelo menos, até inspirar uma lenda urbana pra lá de macabra. Dizia-se por aí que o recheio do brinquedo não era tão fofinho assim: quem abrisse sua barriga encontraria dentro do boneco uma faca negra. Pacto com o diabo era a explicação mais popular – e até a semelhança entre Fofão e Chucky, o brinquedo assassino, foi apontada. Quem já estripou o boneco garante que a “coluna vertebral” do Fofão era mesmo feita com um objeto pontudo. Será?
Xuxa e seu pacto com o demônio
Nada de “doce, doce, doce, a vida é um doce, vida é mel” – dizia-se que “sangue, sangue, sangue” era o refrão lado B da canção Doce Mel, um dos hits da rainha dos baixinhos. Na década de 80, teorias conspiratórias ligavam Xuxa ao diabo (só isso explicaria sua ascensão ao estrelato, aparentemente) e garantiam que seus discos escondiam mensagens satânicas. Para ouvir o refrão “alternativo”, era só girar o LP do álbum Xou da Xuxa no sentido anti-horário. Como se não bastassem as supostas mensagens subliminares escondidas em suas músicas, as bonecas da Xuxa também faziam parte da polêmica: reza a lenda que os brinquedos ganhavam vida durante a noite e assassinavam suas donas.
                                                                 Que lindaaaaaa
Confesse que você já acreditou em alguma dessas :B

10 comentários:

  1. A história da loira do banheiro é uma lenda que foi muito comentada e até hoje se fala nisso,em algumas regiões era a mulher de branco com tbm era chamada.

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    1. Meu afilhado que hoje já é grande, um dia ele e Dário, seu colega, fugiram no intervalo e foram para o banheiro do CIEP que estudavam para tentar pular o muro. Apareceu a tal mulher loira. Eles ficaram apavorados e ainda por cima ganharam uma bela suspensão e repreensão por falar mentiras. Parece que eu fui a única a acreditar neles. Até hoje eu tenho pavor de banheiro de CIEPs

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    2. Qd era criança na escola que eu estudava teve uma época em que a gente só ía ao banheiro com a professora. Eu estranhei. Até pq isso nunca tinha acontecido. A coleguinha da turma do na época, CA, já que eu era da 1° série, disse pra gente que ela tinha visto uma mulher loira no nosso banheiro, q ela ficou com medo, gritou e chamou a profº. Aí as coisas se explicaram.

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    1. obrigada pelos links, postarei aqui em breve :)

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  3. Queria uma historia mais sombria tipo a da mulher no espelho do quarto não sei bem como é a historia só sei que fiquei 1 mês sem ir ao quarto ou ao banheiro onde tinha espelho....

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  4. https://www.youtube.com/channel/UCxG_1OGKugAqyzzq3JxDhyA

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